7.6.10


Spot

Alice!

Segunda é dia de trabalho aqui.




Vista pro Spot, a melhor massa com gnt bonita que eu já comi.
Duplos sentidos propositados.

Minha nenenzinha.



Te amo, Vó.
Saudade.

4.6.10


Hoje o dia é dela.
Liv que eu lov.
Feliz aniversário.

BAR SECRETO.






No frio a gnt exquenta.
Ri, dança, fala, entende e sente.
Guilhermo e Renata Zanotto - doravante.
O Bar Secreto é imperdível.


Galeria no Itaim.

2.6.10

Coeficiente de inteligência espiritual.



E isso aí: QI espiritual.
Qual é o seu grau?

1.6.10

Começou com frio.


Junho é o sexto mês do calendário gregoriano e tem 30 dias. O seu nome é derivado da deusa romana Juno, mulher do deus Júpiter.

Em 21 de junho ou próximo a esse dia, o Sol atinge o ponto mais ao norte em sua trajetória pelo céu; é o solstício de junho, começo do verão no Hemisfério Norte e do inverno no Hemisfério Sul.

Mês de São João Batista (dia 24), dia no qual me fardei no Santo Daime Alto Santo.

Festas Juninas!

Mês em que Michael Jackson desencarnou (pra vc, Maria Vitória).

E de aniversários de pessoas queridas.

Na ordem dos dias: Denize, Dawid, Renato (hoje), Livia (04), Emília (18), Luiz Gustavo (acho que 22) e minha madrinha de Vegetal, Fabíola (26).

Copa do Mundo!

E frio em São Paulo.

P. S: A fotografia eu postei por acaso...que não existe. Por isso eu deixei, de propósito. O mariri me dá a força.

Bom mês pra todos nós.

Máxima de 17º, mínima da 11°. Com chuva.


31.5.10


Tem os sons clássicos, as pessoas, as vibes.
Tem São Paulo.
Tem todo mundo.
Click.





Dar não é fazer amor.

Por: Luis Fernando Verissimo

"Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca…
Te chama de nomes que eu não escreveria…
Não te vira com delicadeza…
Não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom.
Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar….
Sem querer apresentar pra mãe…
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral…
Te amolece o gingado…
Te molha o instinto.
Dar porque a vida é estressante e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.
Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem
esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para os mais desavisados, talvez anos.

Mas dar é dar demais e ficar vazio.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar
o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar:
“Que que cê acha amor?”.
É não ter companhia garantida para viajar.
É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia.
Dar é não querer dormir encaixadinho…
É não ter alguém para ouvir seus dengos…
Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.

Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar.

Experimente ser amado…"


Experimente dar e fazer amor ao mesmo tempo.

29.5.10

Attraversiamo.

Acabei de ler, "Comer, Rezar e Amar".
Attraversiamo.
Estava cheia de preconceitos sobre esse tipo de leitura - bobagem.
O que importa é o nosso ganho, sempre.
Recebí meditações, mergulhos em mim, gargalhadas e Realidade.
E a confirmação de que experiências transcedentais são solitárias.
O de sempre. Mas que de algum modo eu preciso sempre acordar pro básico.
2+2=4. Math.
E eu, o que tô fazendo com o pagamento do meu trabalho?
Claro que ela tinha grana pra bancar seus quereres.
Mas ter dinheiro é merecimento, certo?
Correto.
Ficou a inspiração. E a expiração tb.
Inspirar inspira mesmo.
Respirando, rezando, comendo e amando.

27.5.10

E Dna. Jovem não desistiu.

Rainha Coroada.
Corte Celestial.
Toda oração é atendida.
Depois de duas paradas, respiratória e cardíaca, meu Amor, minha Nenenzinha tá mexendo o pezinho e sorrindo.
Êta Vó!
Te amo sem fronteiras.
Muita luz e amor na nossa família abençoada.
Eu aprendí sobre Realidade e confirmei o meu querer em seguir com os estudos sobre a Realeza Divina.
"A plantação é livre; a colheita obrigatória".
Grata Maria Santíssima.
Cerveja deliciosa sem álcool.

21.5.10

Vó Jovem, eu amo a Senhora.


Não desiste não Vozinha.
Eu tô chegando aí de novo amanhã cedo.

18.5.10

Olhar nos olhos de alguém é vislumbrar universos. Aquele de Deus, das estrelas, buracos negros e constelações. E o outro que é o da pessoa pra quem a gente olha, que pode ser lindo também, se o objeto do nosso olhar for interessante e se a nossa visão for além do alcance dos olhos. Abra a janela da alma. Olhos nos olhos.

15.5.10

Claro que sim!

Imperdível.


Mansão Foster para amigos imaginários.
1 mês na fila.
Ingresso mais caro.
Eu super gostei!
Mas tem que ser no Imax.
Lindo!
Acho que a Rainha Vermelha merecia outro final.
Seu reino de corações só pedia amor sincero.
O gato...
E o fim, quando Alice precisa resolver pendências, foi sim realista.
As lisergias do Tim Burton. Apologia à psicodelia.
A música com arranjos...Alice, alice!!!
Mas só assista nesse cinema.
Ótima pedida.

Eu fui.

"Ontem, dia 12 de maio, ocorreu o primeiro da série de Seminários de Cinefilia, promovida pelo Espaço Unibanco de Cinema. A palestra foi aberta com o documentário “Cidadão Langlois” (1995), de Edgardo Cozarinsky, sobre Henri Langlois (1914-1977), que dedicou sua vida a resgatar objetos e filmes, idealizando e criando a Cinemateca Francesa. Langlois teve um papel fundamental na formação de diversos cineastas, como a geração de jovens autores da nouvelle-vague, Walter Salles e outros.
Segundo o professor e debatedor Ismail Xavier, a cinefilia é a invenção de um olhar e está relacionada tanto a um aspecto de ritual privado, quanto a um local social de encontro. O professor da USP destacou e dividiu a história da crítica em fases. No início, a crítica discutia o cinema como percepção visual e como arte. Neste contexto, citou uma frase de Méliès dita em resposta à exibição do filme “Le Repas de bébé”: “As folhas se agitam.” A segunda fase, foi composta pelos filhos das cinematecas. Trata-se, portanto, da geração de críticos da Cahiers du Cinéma, que não faziam um embate com o cinema industrial e defendiam o chamado cinema de autor, ou melhor dizendo, de estilo. A terceira fase é a das universidades, a princípio com historiadores e críticos como Paulo Emílio Salles Gomes, e depois com o surgimento de cursos de cinema.
Walter Salles, por sua vez, fez uma fala biográfica sobre como começou seu interesse por cinema. Como sempre, fez diversas citações de textos, autores e cineastas. Também fez um comentário interessante sobre aquilo que chamou de “a questão geopolítica que envolve o 3D”. Disse que há uma democratização da imagem, com as facilidades de produção de filmes em celulares e outros suportes mas que, por outro lado, há um retorno ao cinema industrial com a passagem das gravações de rua para as de estúdio, fazendo o movimento contrário ao do neorealismo.
Repetindo parte do seu discurso feito ao receber o prêmio Robert Bresson, no 66º Festival Internacional de Cinema de Veneza, Walter Salles falou de suas principais influências: Antonioni ensinou-o a ver o valor do espaço; Bresson, do tempo; e Hou Hsiao Hsien, da delicadeza. Isso tudo pode ser constatado, assim como em suas outras obras, em um curta-metragem seu exibido apenas duas vezes até ontem. No filme, ele discute se seu filho Vicente terá com o cinema o mesmo tipo de ligação que ele, se os filmes importantes para a sua formação também serão tão belos e emocionantes para esta nova geração. Foram três minutos de intimidade e identificação cinéfila."
Diários de Motocicleta, diários dos atos heróicos de cada um de nós. Diários de Walter Salles.
E me emocionei.

14.5.10

Tem coisas que Deus dá para a gente aprender, e tem coisas que Deus só dá quando a gente aprende..."

10.5.10

Comunique-se em silêncio.
É uma brincadeira tão gostosa quanto séria.
Além de exercitar a inteligência, nos torna criativos e ainda podemos amar quietos.
A Vida é demais!
Vida, Vida, Vida minha, maravilhosa e minha!.
Faça a sua própria imagem desse pequeno texto, ou dessa constatação.
Eu pensei num Céu azul de avião.
Eu voltei pra mim.

7.5.10

Eu vi a previsão do tempo.
Não vai chover.
Vou viajar. Voar.
Planalto, sei que vou chorar.
Por amor daquelas Senhoras que eu vou deixar.
Venho.
Voltar.
São Paulo.
Você.
Lar.
Segunda.
Trabalhar.
Deslizando nas belezas do óbvio.

As mães que me antecederam estão nesse local do planeta.
Uma com 98, a outra com 62.
Mas tem a mãe de afinidade com 74.
Mãe nunca é demais.
Eu amo as minhas.
Tô chegando amanhã pra amá-las e desfrutar dos melhores abraços do Google Maps.

Mamães pra todos os gostos.




Responsáveis por nós. O maior amor de que se tem notícia.

O que sabemos sobre a natureza das coisas?



Nasceu da sepultura de Hoasca, é Hoasca!




O dia das mães espiritualmente representa a alquimia da nossa chegada à Vida na Terra.
Decidido, eu vou para o Vale Sagrado dos Incas ainda em 2010.
Caminhar. Meditar. Estudar. Sorrir. Cantar. Abraçar. Celebrar.

6.5.10


Mengão!
Fora Curíntia!!!!!!!

29.4.10

Não (se) perca em São Paulo, ou poesia concreta pra todo mundo, pois gente é igual.


Publicado no Guia, em O Estado de S. Paulo, em 12/03/10

Vem um gringo. Você vai mostrar a cidade para ele. Abre-se então um abismo. Qual São Paulo mostrar: a do Brasil, ou a do mundo? Um fim de semana é pouco para conhecer tanto uma quanto outra. E, por mais que você argumente que as duas são uma só, que ser plural é exatamente a personalidade de São Paulo, etc et al não adianta. O gringo ou sai dizendo “This is NY, Tokio, Paris and London” ou sai dizendo “Hey, I’ve been to Brazil”.

Faça o teste faz-de-conta. Leve o gringo hipotético à feirinha do Bixiga, depois vá comer acarajé no Soteropolitano, seguido de um show no Sesc. Passeie pela rua Augusta (mas pare antes de virar Av. Europa!), uma ida a Embu, praia (vá por Mogi), chopinho no Filial, ou Genésio, ou Bar Leo. Um jogo no Pacaembu, capoeira na Praça da República, pastel com caldo-de-cana na feira e, como toque final, uma carne de sol no Andrade. Resultado: Brazil-zil-zil.

Agora mude: leve o irmão do seu amigo gringo imaginário para um drink no Spot, passear na Oscar Freire (mas pare antes de chegar na Augusta!), visitar o MASP ao cair da tarde, almoçar no MAM, um show no Auditório Ibirapuera, ver o Copan, balada no Bar Secreto, praia (vá pela Imigrantes), comida judaica na Shoshana e, para terminar, jantar no Dui. Já na espera do Dui ele está mandando SMS para os amigos de Los Angeles (lá são 6 horas mais cedo) dizendo que está visitando a melhor cidade do mundo. Pois é lá onde ele está: no mundo, não no Brasil. Para o efeito ser mais poderoso, tente fazer tudo isso evitando as Marginais.

Juntar as duas cidades na cabeça, e entender a mistura, não é coisa para gringo. É coisa para brasilianista, ou seja, um brasileiro profissional.

Eu ainda não sei misturar as São Paulos muito bem, e não decidi qual é a versão certa. Quando vou à Olinda, acho que São Paulo é tudo menos Brasil. Ou melhor, do Brasil só herdou os defeitos. O resto fez sozinha. Todo mundo que vem para cá vira outro: mais competente, mais informado, mais calejado também. O dinheiro faz ir de uma a outra, como uma passagem que você compra mas não viaja de avião, nem de ônibus, nem de trem. É viagem para cima, não para os lados.

Embarquei nesta há 17 anos. Aqui aprendi a comer pistache e azeite com pão. Só isso já faz de mim um gringo de mim mesmo. Assim como o sushiman cearense, premiado, finge que no seu sotaque não existem mais as velas de Mucuripe.

27.4.10

Hoje eu sonhei com Deus.
Quanta gratidão!
Meu Deus!
E acordei por volta das cinco e meia da manhã, encantada.
Querendo entender, sentindo amor, a natureza daquela montanha sábia.
Mestre Gabriel, Master Gabriel.
Estrelas.
Burracheira.
União.
As cadeiras, a sessão.
Salomão, luz, Gabriel, natureza, aquela sensação única do auto-conhecimento chegando.
Mariri e Chacrona.
Beleza.
Eu em paz, integrada, integral.
E soube bem cedinho que minha avó paterna havia falecido no horário que sonhei.
Ela passou aqui.
Saiba, Vó Bertolina que as dores me afastaram da Senhora, mas a Realidade Espiritual me mostrou o seu amor por mim e o meu por sua história, o seu matriarcado forte, ligado à Nossa Senhora, à disciplina, nos mostrando que devemos seguir seu exemplo como guerreira que sempre foi.
Descanse em paz.
A Senhora merece.

Débora Bloch.

"Rugas são um patrimônio, a nossa verdade”.

24.4.10

Elegância em seus vários aspectos implica em sobriedade.
Ela me parece lúcida, essa tal Elegância.
Fina, simples, chique.
Sóbria, capaz de si mesma.
Sabe e faz. Discreta.
Ouve boa música.
Nu Jazz.
Interpol.
Day.Din.
Mixa e faz links em tons que você sequer ousaria imaginar.
Mas você não sabe.
Dança tudo e convicta está de que é a própria coreógrafa dos também próprios quadris.
No seu medo moram encantos.
A vida é a maior aventura.
Os amores se foram.
Não eram.
Andou, viaja além mar.
Quantos quilômetros a separam de si mesma?
Volte querida.
À sua simples casa colorida.
(COR)AÇÃO.

8.4.10


(Im)PERFEIÇÃO.

Nariz grande.
Disforme.
Enorme.
Perfeito pra mim.

Campos amarelos e o vento.

Intriguei com o trigo.
Intrigal.
Integra.
Íntegra.
Integral.
Trigo.
Campos amarelos.